domingo, 5 de dezembro de 2010

DOWNLOAD DISCÍPULADO CRISTÃO

REVISTA VISÃO REAL DO PORTO

REVISTA VISÃO REAL DO PORTO
EDITORIAL
A importância e a necessidade de se conhecer as políticas públicas do município de Porto Real do Colégio, terra de gente honesta, ordeira e trabalhadora; dizemos até que muito complacente com os abusos e equívocos de outros conterrâneos que foram ou são responsáveis por fatia considerável das políticas públicas federais. É de interesse de todos os segmentos da sociedade visando a construção de relações sociais justas e igualitárias baseadas na gestão eficiente em custos e entregas realizadas à população e na qualidade do seu processo decisório.

As políticas públicas são definidas como um equilíbrio orçamentário entre o que se tem em caixa e as despesas, se administrando pautado na responsabilidade social de gerenciar os recursos públicos e equacionar os bens públicos em prol da população, ou seja, de criar condições para minimizar todo tipo de exclusão social, econômica, cultural ou política.

Em nossa Porto Real do Colégio as políticas públicas são ainda deficitárias principalmente nas áreas de Saúde, Educação, Agricultura, onde inclusive existem os respectivos conselhos que não funcionam efetivamente, devido a influência e interferência do Executivo local, comprometendo as ações dos referidos conselhos, somado a concentração do Poder e por falta de uma participação política da comunidade local, que em muitos casos não existe compromisso por parte de um número expressivo de políticos com os bens públicos, ocorrendo então uma inversão de valores, onde o público é tratado como se fossem bens privados, faltando assim uma responsabilidade com o povo.

As políticas públicas devem ser orientadas no sentido de ajudar o município a se desenvolver, na Educação, Saúde, Segurança, Assistência Social, Infra-Estrutura, etc., trazendo recursos para o desenvolvimento de ações nas políticas públicas citadas acima, e de melhorar os salários do funcionalismo público, em interação com todos os segmentos da sociedade.

É desejo de todos, até inconscientemente, um município onde a Educação e a saúde sejam prioridades; onde não haja tolerância com as injustiças e desigualdades e que os responsáveis por todo tipo de corrupção sejam punidos, tudo dentro de um contexto democrático.

Flavio Kummer Hora – Presidente da Câmara de Vereadores de PRC, Professor de Historia e Geografia/ Graduado em Educação e Gestão .

DOWNLOAD DA REVISTA

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sábado, 28 de agosto de 2010

A lei da palmada não vai pegar
Fonte Jornal o Girassol

O fato é que a chamada lei da palmada não vai pegar. Mais uma vez o governo se mete num assunto que não é da sua competência, entrando muito ousadamente na esfera familiar. O problema é que uma lei como esta, que pune os pais por dar palmadas em seus filhos, interfere numa área que não é incumbência do Estado. Este tema, aliás, já foi objeto de reflexão na Antiguidade, abordado na tragédia Antígona e Creonte, de Sófocles. É, portanto, uma questão antiga.

O conflito entre família e Estado, especialmente quando o poder público, que deveria ser promotor da vida e da família, se volta contra o direito natural, e quer legislar aonde não deve.

É o caso da atual lei da palmada, recentemente sancionada pelo Governo Lula. Totalmente demagógica, pode criar um conflito de consequências imprevisíveis entre filhos e pais, colocando os filhos contra os pais, principalmente quando os pais estiverem com a razão de recorrer a corretivos que se fazem necessários, quando falha ficar só na conversa. É uma lei que incute, ainda muito cedo, o antivalor da impunidade, isto quer dizer, os filhos sabem que poderão abusar da tolerância dos pais, alguns até fazendo-os de reféns de caprichos, ameaçando-os de levar ao Judiciário caso ousem dar-lhes uma palmada. Isto é retirar dos pais uma autoridade natural, e até um dever, de repreender e corrigir quando preciso, pois é bíblica a sabedoria dos pais que educam os filhos, colocando limites, quando as situações exigirem.



COOPERATIVA EDUCACIONAL CRIANÇA FELIZ - PORTO REAL DO COLEGIO .wmv

COOPERATIVA EDUCACIONAL CRIANÇA FELIZ TURMA DA TARDE

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Fernanda Brum - Espírito Santo

Cura-me Fernanda Brum (Play-Black)


MUSICAS DO ÁLBUM
01. Cura-me
02. Coração que sangra
03. Alguém
04. Como se cura a ferida
05. Adorai-adonai
06. Deus está comigo
07. Igreja
08. O cordeiro e o leão
09. Aborto não! (Prelúdio)
10. Aborto não!
11. Não é tarde – part. Ana Paula Valadão
12. Orai por todas as crianças
13. Por um momento assim
14. Sobrenatural




Perguntas e Respostas


Por que Jesus morreu? (os motivos de sua condenação pelos sacerdotes Judeus)

Jesus nunca foi aquele sujeito submisso, subserviente e “coitadinho” que certas áreas do cristianismo procuram divulgar. Ao contrário, Ele sabia da Sua Missão e não media esforços para realizá-la.

Jesus foi um profeta e, como todos eles, desmascarou as hipocrisias e a falta de fé dos homens de sua época. Mas Jesus foi mais longe: praticou o que acreditava, rompeu com tradições e costumes de sua época, desafiou os poderosos e trouxe novos ensinamentos. Foi assim quando expulsou os vendedores do templo, foi assim quando conversava, se alimentava e convivia com os pagãos (considerados impuros), foi assim quando chamava os fariseus (poderosa facção político/religiosa da época) de hipócritas e aproveitadores. Foi assim quando se aproximava das mulheres samaritanas (um tabu para a época), quando curava judeus e pagãos. Tudo isto chocava e escandalizava naqueles dias.

E mais escândalo Ele causou quando se propôs a perdoar as pessoas dos pecados que elas cometiam. Ele curava e em seguida orientava a pessoa, perdoando-a dos pecados cometidos. Os poderosos falavam: “Ele é um impostor, pois só Deus pode perdoar.” Jesus retrucava: “Eu estou em Deus e Deus está em mim.” Portanto, a partir desta união com Deus, Jesus conseguia perdoar. Tanto é que as pessoas tinham uma vida nova.

Os poderosos já estavam incomodados com as falas de Jesus e com Suas atitudes que consideravam erradas. Agora começavam a ficar possessos porque Jesus tinha poderes que eles não tinham, estava se tornando popular e demonstrava na prática o quanto estes sacerdotes estavam distantes de Deus. Eles se sentiram desmoralizados e com inveja. O orgulho da classe sacerdotal estava destroçado.

Jesus, em comunhão com Deus e agindo segundo Sua missão, trazia muitas novidades e novas mensagens. O poder dos sacerdotes e a ordem injusta dos poderosos estavam em risco. Diante de tal risco e da incapacidade aceitarem o Caminho, decidiram se livrar deste “falso Messias”.

Um fator a mais contribuiu para que estes poderosos quisessem eliminar o Mestre: medo. O povo da Judéia estava a espera de um líder que o conduzisse em uma guerra de libertação da dominação romana. Depois que Jesus “declarou” ser o Messias (o líder esperado) o receio de que Ele se propusesse ser este líder aumentou. Ao matá-Lo seus opositores acreditavam estar impedindo que seu povo entrasse em guerra e fosse massacrado (como aconteceu algumas décadas após a crucificação do Mestre).

Quando alguém (como Jesus) traz ao mundo verdades tão profundas, universais e atemporais, este alguém incomoda. Desperta, naqueles que Lhe opõem, medo, inveja, raiva e rancor. Eles não querem seguir o caminho do Bem, pois seguir este caminho significa abrir mão de benesses, orgulho, ganância, poder. Significa transformar a própria consciência, o que se faz somente com dedicação, renúncia, esforço e humildade.

Os poderosos da época resolveram matar Jesus. Acharam que com isto estavam acabando com Ele. Mal sabiam que Sua morte e posterior “aparição” seria o último ensinamento de Jesus na Terra: “a alma sobrevive à morte, o mundo espiritual é uma realidade.”

A vida de Jesus foi uma vida de atitudes, uma vida de exemplos. Seu último exemplo foi Sua morte e posterior “ressurreição”. A mensagem estava completa e o movimento cristão enfim se iniciaria.


Estamos de volta. Depois de um tempo de inatividade voltaremos a postar no nosso blog, espero conseguir alimentalo de forma satisfatória a todos. Um grande abraço e que Deus nos abençoe!!!

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Historia da Convenção Batista Brasileira

Convenção Batista Brasileira
História

A Convenção Batista Brasileira tem sua gênese histórica na reunião realizada em 1907, na cidade de Salvador (BA), com a presença e apoio de 32 “delegados”, mensageiros e representantes de 39 igrejas e “corporações” que, após deliberações, decidiram: "Nós, mensageiros das igrejas, sociedades e outras organizações da denominação Batista de várias partes do Brasil, reunidos na cidade da Bahia, capital do Estado do mesmo nome, nos dias 22 a 27 de junho de 1907, para executar a vontade das corporações que representamos, unir todas as forças batistas do Brasil, em uma organização nacional maior, para o desenvolvimento e eficácia da pregação do Evangelho de Jesus Cristo segundo a nossa crença."
A Convenção Batista Brasileira, constituída pelas igrejas batistas que livremente se associam para sua formação, é uma
associação religiosa que tem por finalidade promover o reino de Deus em todos os seus aspectos, por todos os meios eticamente lícitos.
A existência e objetivos da Convenção Batista Brasileira se assentam sobre quatro pilares básicos, a saber:
A compreensão da natureza da igreja
neotestamentária local;
A posição do indivíduo no propósito de
Deus;
O governo
democrático da igreja;
O princípio da cooperação.
Estes pilares básicos formam o arcabouço da Convenção Batista Brasileira e lhe fornecem a sustentação bíblica
.



A expansão dos batistas no mundo

Em 1791, um jovem pastor inglês chamado William Carey, sentindo forte compaixão pelas multidões pagãs da Índia, decidiu iniciar com o apoio de vários pastores um movimento para o envio de missionários àquelas terras. Assim foi criada a Sociedade de Missões no Estrangeiro, que tem tido uma participação muito grande na expansão da obra batista na Ásia e África, além de outros continentes, inclusive em um país como o Brasil.
Por sua vez, os batistas norte-americanos foram grandemente motivados a evangelizar o mundo. Adoniram e Ana Judson, jovem casal de missionários, foram enviados, em
1812, pela Igreja Congregacional, para evangelizar a Índia. Iam para Calcutá. Na viagem, examinaram, no Novo Testamento, a doutrina do batismo. Iriam se encontrar com o missionário batista William Carey e seu grupo de pastores. À luz do que estudaram, Adoniram e Ana acabaram por concluir que os batistas estavam certos sobre a doutrina do batismo. O casal foi batizado pelo pastor William Ward, companheiro de Carey.
O mesmo fato aconteceu com outro missionário congregacional, também enviado a Índia, Luther Rice, que igualmente foi batizado, tornando-se batista. Eles decidiram que Adoniram Judson permaneceria no Oriente e Luther Rice voltaria aos
Estados Unidos da América para mobilizar os batistas para a obra missionária. Seu trabalho vingou e em maio de 1814 foi fundada na Filadélfia a Convenção Geral da Denominação Batista nos Estados Unidos para Missões no Estrangeiro.
A partir daí, a obra missionária dos batistas iniciou um gigantesco crescimento. Chegando, inclusive, através dos Batistas do Sul dos
Estados Unidos da América, no Brasil. Hoje os batistas estão presentes em mais de 200 países e representam uma população acima de 46 milhões de membros, com cerca de 180 mil igrejas, e atingem 150 milhões de pessoas no mundo inteiro.

Os batistas no Brasil

Thomas Jefferson Bowen era missionário americano na Nigéria, África, trabalhando entre os nativos da tribo ioruba. Depois de algum tempo na África, retornou aos EUA e foi enviado, em 1860, para o Brasil, uma vez que muitos escravos que falavam o dialeto ioruba (língua corrente entre os negros traficados) podiam ser alcançados.
Oito meses depois, devido a problemas de saúde e porque as autoridades o impediram de pregar o evangelho, visto que sua mensagem se distanciava dos ensinos católicos, até então a religião oficial do país, Bowen precisou retornar ao seu país, desta vez em definitivo.
Tempos depois, um grupo de colonos norte-americanos sulistas, derrotados na guerra entre o sul e o norte (
1859-1865), desembarcou no Brasil, em Santa Barbara do Oeste (SP). Grande parte destes colonos era de origem protestante e em 10 de setembro de 1871 eles organizaram a Primeira Igreja Batista em terras brasileiras, sob a coordenação do pastor Richard Ratcliff. No início, os cultos ainda eram em inglês, o que afastava os habitantes locais.
Os primeiros cultos em português só ocorreram posteriormente, com a chegada ao Brasil do
missionário Willian Buck Bagby e sua esposa Anne Luther Bagby, que rapidamente aprenderam o português, no Colégio Presbiteriano de Campinas. Um dos instrutores do casal foi o ex-padre Antônio Teixeira de Albuquerque. Sacerdote católico na província de Alagoas, ele converteu-se ao protestantismo sozinho, ao estudar a Bíblia. Depois de abandonar a igreja de Roma, o ex-padre peregrinou pelo Brasil até chegar a Campinas, onde se tornou o primeiro brasileiro a ser consagrado pastor batista.
Em
1882, quando foi organizada a Primeira Igreja Batista da Bahia, voltada para a evangelização do Brasil, já existiam então as duas outras igrejas batistas, organizadas por imigrantes norte-americanos, residentes na região de Santa Bárbara do D’Oeste e Americana (SP). Os casais de missionários batistas norte-americanos, recém-chegados ao Brasil, os pioneiros William Buck Bagby e Anne Luther Bagby e Zacharias Clay Taylor e Kate Stevens Crawford Taylor, auxiliados pelo ex-padre Antônio Teixeira de Albuquerque, batizado em Santa Bárbara d'Oeste, decidiram iniciar a sua missão na cidade de Salvador, Bahia, com 250 mil habitantes. Ali chegaram no dia 31 de agosto de 1882 e, no dia 15 de outubro, organizaram a PIB do Brasil com cinco membros: os dois casais de missionários e o ex-padre Antônio Teixeira de Albuquerque.
Nos primeiros 25 anos de trabalho, Bagby e Taylor, auxiliados por outros missionários e por um número crescente de brasileiros, evangelistas e pastores, já tinham organizado 83 igrejas, com aproximadamente 4.200 membros.
O sucesso do trabalho no Nordeste encheu o Dr. Bagby de coragem e ele resolveu partir para o
Rio de Janeiro, onde fundou uma congregação no bairro do Estácio que, logo de início, conseguiu a adesão de quatro pessoas. Tal congregação é hoje a Primeira Igreja Batista do Rio de Janeiro (http://www.pibrj.org.br/).
Com a abertura do campo missionário brasileiro, graças ao sucesso de Bagby, as organizações batistas americanas resolveram investir. Os obreiros americanos que aqui chegavam traziam consigo o modelo de igreja que conheciam na sua terra natal, implantando a estrutura eclesiástica americana. Além da estrutura cuidadosamente organizada, as igrejas brasileiras fizeram questão de manter o modelo
congregacional de governo, caracterizado pela autonomia de cada igreja local – uma marca dos batistas que predomina até hoje. Com o tempo, as comunidades foram adaptando seus costumes à realidade brasileira, mas sempre mantendo a identidade.
À medida que as igrejas batistas se multiplicavam, surgiu a necessidade de reafirmar o ideário do segmento. Essa tradição ideológica jamais se perdeu no tempo, graças à estratégica propagação através de publicações como livros, Bíblias, revistas de estudo e jornais.
A tradição batista legou aos evangélicos brasileiros outra preciosidade: o
Cantor Cristão, que eternizou centenas de hinos cantados até hoje por crentes de todo o país. Da primeira edição, de 1891, até hoje, as páginas do Cantor têm sido fonte de louvor e inspiração. Dos hinos do acervo, mais de 100 foram compostos ou traduzidos pelo missionário e músico judeu polonês Salomão Ginsburg, que viveu 37 anos no Brasil. Ginsburg é considerado por muitos o mais importante hinologista brasileiro. Mas também foi um evangelista de visão avançada para o seu tempo. Coube a ele o mérito de ter sido o primeiro a imaginar uma associação que agrupasse todas as igrejas da denominação em 1894.
As idéias de Ginsburg acabaram influenciando a história da Igreja Batista Brasileira. Também no início do século 20, as igrejas passaram a se agrupar nas chamadas convenções, com o objetivo de gerir causas comuns como o trabalho de missões e a manutenção de
seminários, orfanatos, asilos e colégios. Essa estrutura ampliou-se, buscando a cooperação entre as igrejas. Surgiu assim a CBB – Convenção Batista Brasileira, que abriga hoje mais de 7 mil igrejas da denominação, com cerca 9 mil pastores e mais de um milhão e meio de membros.

Organização da Convenção Batista Brasileira
Salomão Luiz Ginsburg foi a primeira pessoa a pensar na organização de uma Convenção nacional dos batistas brasileiros.
Mas, somente em
1907, a idéia foi concretizada. A.B. Deter, Zacharias Clay Taylor e Salomão Luiz Ginsburg concordaram em dar prosseguimento ao plano. Eles conseguiram a adesão de outros missionários e de líderes brasileiros. A comissão organizadora optou pela data de 22 de junho de 1907 para organizar a Convenção, na cidade de Salvador, quando transcorreriam os primeiros 25 anos do início do trabalho batista brasileiro, também começado na referida cidade.
No dia aprazado, no prédio do ALJUBE, onde funcionava a Primeira Igreja Batista de Salvador, em sessão solene, foi realizada a primeira Assembléia da Convenção Batista Brasileira, composta de 43 mensageiros enviados por igrejas e organizações. Criada a Convenção, foi eleita sua primeira diretoria:
Presidente – Francisco Fulgêncio Soren;
1º vice-presidente – Joaquim Fernandes Lessa;
2º vice-presidente – João Borges da Rocha;
1º secretário – Teodoro Rodrigues Teixeira;
2º secretário – Manuel I. Sampaio;
Tesoureiro –
Zacharias Clay Taylor.

sábado, 15 de agosto de 2009

Versículos

Bem-aventurado o homem que não anda segundo o conselho dos ímpios, nem se detém no caminho dos pecadores, nem se assenta na roda dos escarnecedores.
Salmos 1:1